PEI-2026.M01 · MESA DE PROCESSOS · REV 01 · 28.08.2026

Trinta e seis processos. Seis decisões.

Esta é a mesa de trabalho do Projeto de Estruturação Interna. A sala pontua cada processo na mesma régua, corta o que não cabe até 19 de dezembro, nomeia dono e passa a acompanhar a execução pelo mesmo lugar. O que for preenchido aqui fica salvo e visível para todo mundo que abrir a página.

M1

Direcionamentos

Quatro critérios, uma escala de 1 a 5, pesos definidos antes de olhar a lista para que a discussão seja sobre o processo e não sobre o método. O esforço fica fora do índice de criticidade de propósito: processo crítico continua crítico mesmo quando é caro, e é o cruzamento dos dois que decide o que cabe até dezembro.

O erro que esta mesa existe para evitar

Escolher trinta e seis prioridades é não escolher nenhuma.

Um time com Organização no top 5 de sete pessoas consegue tocar tudo — por um mês. O custo aparece depois, em frente aberta sem dono e em processo mapeado que nunca virou controle. O direcionamento abaixo existe para que o corte seja decisão registrada do grupo, com critério visível, e não a fila do que gritou mais alto na semana.

Peso 35% · Impacto

Impacto no negócio

Quanto este processo mexe em caixa, prazo de entrega ao cliente, risco fiscal ou reputação.

1 · desconforto interno
3 · atrasa entrega
5 · para o caixa ou o cliente

Peso 25% · Dor

Dor atual

O tamanho do retrabalho hoje: quanto tempo de liderança este processo consome por falhar.

1 · funciona sem ruído
3 · falha e alguém corrige
5 · queima horas todo mês

Peso 20% · Frequência

Frequência

Quantas vezes o processo roda. O que acontece toda semana devolve o investimento mais rápido.

1 · algumas vezes por ano
3 · mensal
5 · diário ou semanal

Peso 20% · Alcance

Alcance

Quantas áreas e pessoas dependem dele. Processo de fronteira custa mais caro para deixar solto.

1 · uma pessoa
3 · uma área inteira
5 · a empresa toda

Fora do índice · Esforço

Esforço para estruturar

Horas de pessoas, dependência de sistema e de terceiros. Não entra na criticidade — entra no eixo horizontal da matriz e é o que responde à pergunta “cabe até dezembro?”.

1 · combinado e um documento  ·  3 · redesenho com duas áreas  ·  5 · sistema novo ou fornecedor

A leitura da matriz

Quatro quadrantes, quatro respostas

Fazer agora  crítico e barato: entra no escopo de 2026 sem discussão.
Projetar  crítico e caro: entra, mas fatiado em marcos com data.
Encaixar  barato: resolve na rotina, sem virar frente do PEI.
Represar  caro e pouco crítico: fica declarado fora de 2026.
M1.2

As oito etapas de cada frente

Todo processo escolhido percorre a mesma sequência. O checklist da aba Acompanhamento é exatamente esta lista, e o percentual do projeto é a média do que foi concluído nela. A ordem não é sugestão: medir a dor antes de redesenhar é o que impede a frente de virar um fluxograma bonito que ninguém usa.

M1.3

O caminho do projeto

Da escolha das prioridades até a operação do novo processo. Os dois primeiros passos já foram dados no encontro de 28/08. O próximo encontro, em 25/09, será dedicado a analisar os processos que os donos trouxeram, identificar os gargalos e definir as primeiras melhorias.

1

Definir prioridades

Todos os processos foram pontuados nos quatro critérios e o escopo de 2026 foi escolhido coletivamente.

Realizado em 28/08
2

Definir donos e duplas de trabalho

Cada frente selecionada ganhou um responsável principal e uma dupla de trabalho para dividir o mapeamento.

Realizado em 28/08
3

Agendar com os donos de processo

Marcar as sessões de mapeamento com cada dono: objetivo, dados que precisam trazer e duração da reunião.

Próximo passo
4

Mapear as dores e os problemas

Coletar horas por mês, retrabalho, atrasos, custo e exemplos reais. O número medido é o que será reduzido no fim.

5

Analisar gargalos e definir melhorias

Encontro de 25/09: revisar o que os donos trouxeram, desenhar alternativas e decidir as mudanças de curto prazo.

Foco do próximo encontro
M2

Os 36 processos, na mesma régua

A lista completa do mapeamento está aqui embaixo. Pontue na ordem que a sala quiser: o índice recalcula sozinho na própria linha — a tabela só se reordena quando você troca o campo ordenar ou o filtro de área, para nenhuma linha fugir do dedo no meio da pontuação. O botão escopo leva o processo para 2026 e o dono pode ser nomeado na mesma linha. Tudo aparece na tela de quem estiver com a página aberta. A régua dos critérios está na aba Direcionamentos.

Ordenar
ProcessoÁrea ImpactoDorFreq.Alcance ÍndiceEsforçoQuadranteEscopoDono
M2.2

Criticidade contra esforço

Cada bolha é um processo; as verdes já estão no escopo de 2026. O canto superior esquerdo é onde o programa ganha o ano.

← Esforço baixoEsforço alto →
M3

Quem conduz, até quando, e o que prova que terminou

Dono é pessoa com nome, nunca a área. Cada frente precisa de um indicador de controle — o número que mostra que o processo está de pé depois que a sala esvaziar. Sem indicador, a frente entrega documento, não processo.

M4

O plano de ação, processo por processo

Cada frente do escopo vira um conjunto de ações no modelo 5W: o quê, por quê, onde, quando e quem. O nome do processo já vem preenchido do mapeamento — aqui a sala escreve o que precisa acontecer, amarra a ação a uma das oito etapas do método e assume data e responsável. O painel acima recalcula sozinho e fica visível para todo mundo que abrir a página.

Status por dono da ação

Distribuição por status

Sinais do plano

Processo Dono Status
M5

Onde cada frente está

O percentual é a média das oito etapas concluídas em cada frente do escopo. Marque a etapa apenas quando existir o artefato dela: o número só vale para a diretoria se for verificável.

0% Execução do escopo do PEI
Média das frentes selecionadas · atualizada a cada marcação

Avanço por departamento

Avanço por etapa do método

Sinais de atenção

M5.2

Checklist por frente

A mesma lista das oito etapas, por processo escolhido, com o artefato que cada uma precisa produzir.